25.7.10
Digno Ócio - poesias
Leia online aqui: http://issuu.com/ruriak/docs/digno_ocio
e o miolo pode ser baixado aqui: dignoocio-A5-22-07-2010.pdf
24.7.10
23.7.10
chance!
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bus shot
reflected multiplanes
multiplanos refletidos
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adorei essa foto que editei de uma carrada de bus shots, que faço em modo burst com minha pequena camêreta, percorrendo as vias de porto alegre por detrás do vidro/tela dos busos. essa tem um caos e planos que se misturam que me encantam... imagino ela numa ampliação gigante, né...
1.7.10
18.6.10
15.6.10
13.6.10
12.6.10
15.4.10
17.2.10
23.1.10
7.12.09
fired skyline
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Porto Alegre's skyline ~
wounded-photo (done with a stone and nails)
fotoferida (feita com uma pedra de calçada e pregos)
trabalho realizado durante o Projeto Percursos Urbanos - Como se Fosse um Happening, com o artista Julio Lira, da 7a. Bienal de Artes Visuais do Mercosul, interferindo na obra de Ana Gallardo na Mostra Ficções do Invisível, no Armazém A4 - 03.11.09
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11.11.09
como se fosse um happenig
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Ruriak riscando fotos!
7ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul - Projeto Pedagógico - Programa de Residências Artistas em Disponibilidade - Percursos Urbanos - Como se Fosse um Happening com o Artista Julio Lira e artistas convidados na Mostra Ficções do Invisível no Armazém A4 - Foto Eduardo Seidl / www.indicefoto.com/ - 03.11.09
14.10.09
26.7.09
6.7.09
3.7.09
I M A G E M I R A G E M ......:...... at june 4th
Desde Platão e suas sombras enganosas projetadas nas paredes da caverna, até autores contemporâneos como Guy Debord e Paul Virilio, que em sua crítica da assunção da imagética na contemporaneidade, a entendem como desrealização do real, vemos/temos as imagens sucessivamente colocadas no banco dos réus, sendo condenadas definitivamente à falsidade ou recebendo a liberdade provisória graças à referência verossimilhante aos corpos e objetos reais do mundo.
A imagem contemporânea se liberta da referencia dos objetos implodindo a substância do mundo em um fluxo imagético.
Fugindo da delação das sombras e cópias degradadas platônicas, e da acusação de falsidade alienante e superficial dos pós-modernos, vemos na potência do simulacro o fundamento da constituição ontológica do mundo.
Se a definição de Sociedade do Espetáculo por Debord é a relação social mediada por imagens, agora nós mesmos imagens somos, logo não há mais mediação: só relação.
[A.C.]
[ Em 0 4 / 0 6 / 0 9 ]

























