23.7.10

chance!


chance!, upload feito originalmente por .RuriaK.

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bus shot

reflected multiplanes

multiplanos refletidos

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adorei essa foto que editei de uma carrada de bus shots, que faço em modo burst com minha pequena camêreta, percorrendo as vias de porto alegre por detrás do vidro/tela dos busos. essa tem um caos e planos que se misturam que me encantam... imagino ela numa ampliação gigante, né...

tahanah merkazit Tel Aviv


tahanah merkazit Tel Aviv, upload feito originalmente por .RuriaK.

a bus shot

still life


still life, upload feito originalmente por .RuriaK.

scan de cópia 10 x 15 cm, realizada com toy-camera Holga.

18.6.10

17.2.10

7.12.09

fired skyline


fired skyline, upload feito originalmente por .RuriaK.

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Porto Alegre's skyline ~

wounded-photo (done with a stone and nails)
fotoferida (feita com uma pedra de calçada e pregos)

trabalho realizado durante o Projeto Percursos Urbanos - Como se Fosse um Happening, com o artista Julio Lira, da 7a. Bienal de Artes Visuais do Mercosul, interferindo na obra de Ana Gallardo na Mostra Ficções do Invisível, no Armazém A4 - 03.11.09




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11.11.09

como se fosse um happenig


happenig_3_photo_by_eduardo_seidl, upload feito originalmente por .RuriaK.

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Ruriak riscando fotos!

7ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul - Projeto Pedagógico - Programa de Residências Artistas em Disponibilidade - Percursos Urbanos - Como se Fosse um Happening com o Artista Julio Lira e artistas convidados na Mostra Ficções do Invisível no Armazém A4 - Foto Eduardo Seidl / www.indicefoto.com/ - 03.11.09

26.7.09

n u




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my Man Ray homage

foto antiga que achei nos fundos do hd e que retrabalhei na aura vintage.

3.7.09

pinlux _ E


pinlux _ E, upload feito originalmente por .RuriaK.

matchbox pinhole

I M A G E M I R A G E M ......:...... at june 4th

Desde Platão e suas sombras enganosas projetadas nas paredes da caverna, até autores contemporâneos como Guy Debord e Paul Virilio, que em sua crítica da assunção da imagética na contemporaneidade, a entendem como desrealização do real, vemos/temos as imagens sucessivamente colocadas no banco dos réus, sendo condenadas definitivamente à falsidade ou recebendo a liberdade provisória graças à referência verossimilhante aos corpos e objetos reais do mundo.

A imagem contemporânea se liberta da referencia dos objetos implodindo a substância do mundo em um fluxo imagético.

Fugindo da delação das sombras e cópias degradadas platônicas, e da acusação de falsidade alienante e superficial dos pós-modernos, vemos na potência do simulacro o fundamento da constituição ontológica do mundo.

Se a definição de Sociedade do Espetáculo por Debord é a relação social mediada por imagens, agora nós mesmos imagens somos, logo não há mais mediação: só relação.

[A.C.]

[ Em 0 4 / 0 6 / 0 9 ]